Quais são os Benefícios do Simulado Escolar?
- coordenação djiliah
- 10 de jul. de 2024
- 3 min de leitura
O processo educacional visa não apenas o ensino de conhecimento, mas também a preparação dos alunos para desafios futuros. Nesse contexto, os simulados escolares têm se mostrado uma ferramenta eficaz e versátil. Vale salientar que o simulado é apenas uma das práticas adotadas pela escola que juntamente com a análise dos resultados, inserção de metodologias ativas, valorização da leitura, ações para respaldar o trabalho docente, entre tantas outras visam preparar nossos estudantes para as avaliações externas (Fluência Leitora, Saresp e Saeb).
Simulados escolares são provas preparatórias que replicam as condições de exames formais. Geralmente são compostos por questões baseadas no referencial curricular (Saresp, por exemplo, tem como matriz de referência o currículo paulista) e visam avaliar o conhecimento dos alunos, além de familiarizá-los com o formato e a pressão de provas reais.
Benefícios dos Simulados Escolares
Um dos principais benefícios dos simulados é a preparação dos alunos para exames formais, como Saresp e Saeb. A prática constante permite que os alunos se habituem ao formato das questões, tipo de textos e nível de exigência, bem como, à administração do tempo, reduzindo a ansiedade e aumentando a confiança durante os exames reais.
Os simulados ajudam também, a identificar áreas onde os alunos apresentam "dificuldades". Através da análise dos resultados, professores e estudantes podem focar em conteúdos que necessitam de maior atenção, ou estratégias de leitura e interpretação de texto, promovendo um aprendizado mais eficiente e direcionado.
Em situações do cotidiano, nenhum aluno permanece 3h00 consecutivas realizando a mesma tarefa, sem nenhuma pausa. Mas é isso que acontece nas avaliações externas. Assim, os simulados ensinam os alunos a gerenciarem melhor o tempo durante a realização das provas, bem como, aumentar o tempo de concentração e quando fazer pausas para aumentar o desempenho.
Outro aspecto importante é a familiarização com o formato dos exames e a prática constante proporcionada pelos simulados contribuem para a redução da ansiedade. Alunos mais confiantes tendem a ter um melhor desempenho, pois conseguem concentrar-se melhor e pensar de forma mais clara durante as provas.
Os simulados oferecem aos alunos a oportunidade de vivenciar a mesma dinâmica de exames oficiais, replicando o formato, as regras e o tempo de realização. Isso permite que os alunos se adaptem às condições reais dos exames, aumentando a eficiência e a confiança.
Os simulados preparam os alunos emocional e fisicamente para os exames, ensinando como se comportar diante de um teste. A prática aborda questões relacionadas ao tempo, cansaço, ansiedade e como lidar com dúvidas durante a prova.
Avaliação de Habilidades e Geração de Dados
Os resultados dos simulados fornecem dados valiosos sobre as habilidades dos alunos, revelando áreas de facilidade e dificuldade. Esses dados permitem a criação de planos de estudo personalizados, focando na revisão de conteúdo e na melhoria do desempenho. Para isso, a escola conta com um sistema próprio de avaliação que não só permite a correção por leitura de código de barra, mas também fornece dados estatísticos individuais e geral por sala.
A partir dos resultados dos simulados, é possível orientar cada aluno nas áreas que precisam de maior atenção. Planos de estudo individualizados e a o hábito de estudo em casa, que vai além da lição de casa, ajudam a suprir lacunas de aprendizagem e a melhor o desempenho acadêmico. Além da lição de casa, seria muito importante que alunos de quartos e quintos anos estudassem no mínimo uma hora e trinta minutos diariamente.
Por fim é importante destacar que, para nós da escola Djiliah, tal qual apregoa Vasconcellos (2008) as notas ou conceitos são uma formalidade determinada pelo sistema, todo o trabalho diário, de todos os envolvidos e as avaliações são para que os alunos tenham uma melhor aprendizagem, esse é o nosso objetivo!
VASCONSELLOS, Celso dos Santos. Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo de avaliação. 18 ed. São Paulo: Libertad, 2008.

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